Senhores passageiros!Apertem os cintos a aventura vai começar.
Queridos leitores; inicio este post com a famosa frase dos pilotos de avião. Agora imaginem a minha emoção ao voar pela primeira vez. Amadorei!
Voei de BH para Guarulhos , depois para Johannesburgo e finalmente Maputo a capital de Moçambique.
Ao chegar em Moçambique, tive que aguardar para que a pessoa que iria me buscar no aeroporto teve que resolver u ter assuntos na faculdade.
Então eu tive que contar com a 'boa vontade ' dos locais que como em todos os aeroportos do mundo se aproveitam dos estrangeiros. Me cobraram uma fortuna para carregarem minhas malas.
Cinquenta reais que na moeda local é. equivalente a 550 meticais.
Como estava sozinha num país estrangeiro paguei para ter segurança enquanto aguardava pela pessoa que iria me encontrar.
Finalmente ela chegou e fomos para a faculdade onde ela trabalha e fui apresentada para alguns funcionários e professores.
Bem, a pessoa em questão é a Rosita, que é responsável pelo planejamento pedagógico da faculdade, além de ser a dona da casa onde eu iria me hospedar.
Incrível como nos simpatizamos uma com a outra.
Passei o dia com ela e depois fui apresentada ao esposo dela, André que também me recebeu muito bem.
Á noite fomos a um corte de bolo; aniversário para nós.
Foi um dia bem agitado
Detalhe; havia dormido pouco no avião.
Depois fui finalmente dormir.
Por hoje é só pessoal!
Moçambique 2016. Aventuras e muito mais.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Prezados amigos; retomo minhas anotações para dizer que felizmente pude conversar com a senhora que toma conta da biblioteca da faculdade.
Dizem que a primeira impressão é a que fica; só que dessa vez não. Posso afirmar que ela é uma pessoa muito gentil. Pude passar um tempo com ela e foi gratificante.
Imaginem vocês que por força das circunstâncias, tive que levar marmita e como saímos com muita pressa somente ao chegar a hora do almoço foi que me dei conta de que não havia levado colher para poder almoçar.
Então perguntei a ela seria possível me arrumar uma e ela prontamente me atendeu.
Pude enfim acabar com aquela má impressão que tive dela e até demos umas boas gargalhadas.
Agora só estou aguardando que as aulas comecem para poder ir a biblioteca.
Beijos e até mais ver.
Dizem que a primeira impressão é a que fica; só que dessa vez não. Posso afirmar que ela é uma pessoa muito gentil. Pude passar um tempo com ela e foi gratificante.
Imaginem vocês que por força das circunstâncias, tive que levar marmita e como saímos com muita pressa somente ao chegar a hora do almoço foi que me dei conta de que não havia levado colher para poder almoçar.
Então perguntei a ela seria possível me arrumar uma e ela prontamente me atendeu.
Pude enfim acabar com aquela má impressão que tive dela e até demos umas boas gargalhadas.
Agora só estou aguardando que as aulas comecem para poder ir a biblioteca.
Beijos e até mais ver.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Vamos ao segundo dia de minha chegada à África.
Amanheci com uma leve dor de cabeça.
Mas não dei importância ao fato e fui com a Rosita me apresentar ao diretor da faculdade, Dr.Tomas Jane. Infelizmente ele havia saído para ir ao dentista.
Então fui apresentada ao Dr. Eulálio Mabuie, diretor responsável pelo departamento acadêmico.
A tarde fui ao Extra Supermercado; é isso mesmo gente, aqui também tem Extra.
E McDonald's.
A noite fiz um lanche por que não estava bem.
Conversei com meus parentes no Brasil e fui dormir.
No terceiro dia fomos a mais um corte de bolo, desta vez era aniversario de criança.
Dormi o dia todo. Que vergonha! Eu em terra estranha, na casa da família da Rosita , rolando o maior festão e eu só queria dormir.
Nas poucas vezes que consegui levantar, foi apenas para ir a casa de banhos. Não estava aguentando sentir cheiro de comida; estava que nem mulher grávida.
Enfim não aproveitei nada!
A semana seguinte começou comigo conversando com o diretor. A conversa foi agradável. Depois de conversar com ele, procurei a Rosita e ela me perguntou se eu queria ir à biblioteca e me mostrou onde ficava.
Pois bem, vocês estão ligados que ela disse para uma brasileira que ela podia entrar na biblioteca e pegar qualquer livro; só que não.
Aqui em em Moçambique não é assim que funciona uma biblioteca de faculdade, pelo na que eu fui ( espero poder apagar esta má impressão ao longo do período que passarei aqui), retomando a ida à biblioteca; pois bem lá fui eu pegar algum livro, quando escutei uma voz tenebrosa me chamando e perguntando que eu não podia estar naquele lugar pegando livro, que tinha que pedir para ela pegar. Então disse a ela que eu era brasileira e que faria intercâmbio naquela escola e que a Rosita havia me dito que poderia entrar lá e pegar qualquer livro.
Bem, a pessoa em questão que estava falando comigo, era uma muçulmana que toma conta da biblioteca e não é bibliotecária. Então ela saiu da sala e foi chamar a Rosita para que ela pudesse me explicar como é o funcionamento da biblioteca. Tenso, muito tenso.
Eu que sempre fui a biblioteca no Brasil e nunca precisei pedir para ninguém me dar um livro, me vejo fazendo uma viagem no tempo, retornando à Idade Média, onde os livros eram acorrentados para ninguém pegar. Já tomei uma decisão; não ponho meu pés lá nunca mais. Assim espero.
Depois desse dia, fiquei em casa me recuperando da aclimatação e no sábado fomos a uma pizzaria.
No domingo vivi a maior aventura de todas.
Nem os vôos para Moçambique foram tão emocionantes.
Mas isso fica para uma outra hora.
Amanheci com uma leve dor de cabeça.
Mas não dei importância ao fato e fui com a Rosita me apresentar ao diretor da faculdade, Dr.Tomas Jane. Infelizmente ele havia saído para ir ao dentista.
Então fui apresentada ao Dr. Eulálio Mabuie, diretor responsável pelo departamento acadêmico.
A tarde fui ao Extra Supermercado; é isso mesmo gente, aqui também tem Extra.
E McDonald's.
A noite fiz um lanche por que não estava bem.
Conversei com meus parentes no Brasil e fui dormir.
No terceiro dia fomos a mais um corte de bolo, desta vez era aniversario de criança.
Dormi o dia todo. Que vergonha! Eu em terra estranha, na casa da família da Rosita , rolando o maior festão e eu só queria dormir.
Nas poucas vezes que consegui levantar, foi apenas para ir a casa de banhos. Não estava aguentando sentir cheiro de comida; estava que nem mulher grávida.
Enfim não aproveitei nada!
A semana seguinte começou comigo conversando com o diretor. A conversa foi agradável. Depois de conversar com ele, procurei a Rosita e ela me perguntou se eu queria ir à biblioteca e me mostrou onde ficava.
Pois bem, vocês estão ligados que ela disse para uma brasileira que ela podia entrar na biblioteca e pegar qualquer livro; só que não.
Aqui em em Moçambique não é assim que funciona uma biblioteca de faculdade, pelo na que eu fui ( espero poder apagar esta má impressão ao longo do período que passarei aqui), retomando a ida à biblioteca; pois bem lá fui eu pegar algum livro, quando escutei uma voz tenebrosa me chamando e perguntando que eu não podia estar naquele lugar pegando livro, que tinha que pedir para ela pegar. Então disse a ela que eu era brasileira e que faria intercâmbio naquela escola e que a Rosita havia me dito que poderia entrar lá e pegar qualquer livro.
Bem, a pessoa em questão que estava falando comigo, era uma muçulmana que toma conta da biblioteca e não é bibliotecária. Então ela saiu da sala e foi chamar a Rosita para que ela pudesse me explicar como é o funcionamento da biblioteca. Tenso, muito tenso.
Eu que sempre fui a biblioteca no Brasil e nunca precisei pedir para ninguém me dar um livro, me vejo fazendo uma viagem no tempo, retornando à Idade Média, onde os livros eram acorrentados para ninguém pegar. Já tomei uma decisão; não ponho meu pés lá nunca mais. Assim espero.
Depois desse dia, fiquei em casa me recuperando da aclimatação e no sábado fomos a uma pizzaria.
No domingo vivi a maior aventura de todas.
Nem os vôos para Moçambique foram tão emocionantes.
Mas isso fica para uma outra hora.
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